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Dra. Fabíola Sozo – Médica da Dor em Porto Alegre – RS

A enxaqueca é muito mais do que uma dor de cabeça forte. Se você sofre com crises que duram horas ou dias, que vêm acompanhadas de náusea, sensibilidade à luz ou ao barulho e que chegam a tirar você de cena completamente – este artigo foi escrito para você.

Aqui você vai entender o que é a enxaqueca, como ela se manifesta, de que forma o diagnóstico é feito e quais são as opções de tratamento para viver com mais qualidade de vida.

Dra. Fabíola Sozo: especialista em Medicina da Dor e no tratamento da enxaqueca

A Dra. Fabíola Sozo é médica especialista em Medicina da Dor, com especialização pelo Hospital Israelita Albert Einstein, uma das instituições de referência em saúde no Brasil. É membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), o que a mantém atualizada com as melhores evidências e diretrizes no cuidado de pacientes com dor crônica.

Sua prática é marcada por um atendimento empático, individualizado e centrado no paciente. Cada consulta é um espaço para ouvir, entender a história de quem chegou e construir juntos um caminho de tratamento que faça sentido para aquela pessoa e não apenas para o diagnóstico.

A Dra. Fabíola atende em Porto Alegre e também realiza consultas online, para que o acesso ao cuidado especializado não seja uma barreira.

Quer dar o primeiro passo? Agende sua consulta.

Dra Fabíola Sozo

O que é a enxaqueca?

A enxaqueca é uma doença neurológica crônica que se manifesta em crises de dor de cabeça intensa, geralmente de um lado da cabeça, com caráter pulsante, como uma “latejada”. Ela é muito mais frequente do que se imagina: afeta cerca de 15% da população brasileira e é uma das principais causas de incapacidade temporária no mundo.

Apesar de ser tão comum, a enxaqueca ainda é subestimada. Muita gente passa anos acreditando que tem “dor de cabeça forte” sem saber que existe um diagnóstico preciso, e um tratamento eficaz, para o que sente.

Enxaqueca dor de cabeça

Como a enxaqueca afeta o dia a dia?

Uma crise de enxaqueca pode durar de 4 horas a 3 dias. Nesse período, muitos pacientes ficam impossibilitados de trabalhar, cuidar da família ou realizar qualquer atividade. A sensibilidade à luz e ao som obriga a pessoa a se isolar em um quarto escuro e silencioso. A náusea, e em alguns casos o vômito, agravam ainda mais o desconforto.

Com o tempo, quem sofre de enxaqueca frequente começa a viver com medo da próxima crise, evitando compromissos, recusando convites e reorganizando a vida em torno da dor. Esse impacto emocional e social é real e precisa ser levado a sério.

Quais são os sintomas da enxaqueca?

Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas os mais comuns incluem:

  • Dor de cabeça intensa, geralmente de um lado, com sensação de latejamento ou pulsação
  • Náusea e, em alguns casos, vômito
  • Sensibilidade intensa à luz (fotofobia)
  • Sensibilidade ao barulho (fonofobia)
  • Piora da dor com atividade física ou movimento
  • Duração da crise entre 4 horas e 3 dias

Algumas pessoas também apresentam a chamada aura antes da crise, sinais que antecedem a dor, como alterações visuais (pontos brilhantes, visão embaralhada), formigamento no rosto ou nas mãos e dificuldade para falar. Quando isso acontece, a condição é chamada de enxaqueca com aura.

Se você se identifica com esses sintomas, a avaliação com um especialista em dor pode mudar a sua vida.

Enxaqueca

Como é feito o diagnóstico da enxaqueca?

O diagnóstico da enxaqueca é clínico, feito com base na história do paciente e no exame físico. Não existe um exame de sangue ou imagem que “detecte” a enxaqueca. Por isso, a consulta com um especialista é fundamental: é ela que permite identificar o padrão das crises, os gatilhos e as características da dor.

Em alguns casos, exames como ressonância magnética podem ser solicitados para descartar outras causas de dor de cabeça. Mas na maioria das vezes, a conversa entre médico e paciente já é suficiente para chegar ao diagnóstico correto.

Por isso a Dra. Fabíola dedica tempo à escuta em cada consulta, porque os detalhes que o paciente traz fazem toda a diferença.

O que acontece se a enxaqueca não for tratada?

Sem tratamento adequado, as crises tendem a se tornar mais frequentes e mais intensas com o tempo. Em alguns casos, a enxaqueca pode evoluir para uma forma crônica, com dor de cabeça presente em mais de 15 dias por mês.

Além disso, o uso excessivo de analgésicos comuns para tentar controlar as crises pode acabar piorando o quadro, gerando o que chamamos de cefaleia por uso excessivo de medicamento – uma armadilha comum em quem tenta se tratar sozinho.

O acompanhamento especializado é o caminho mais seguro e eficaz.

Quando procurar um especialista em dor para tratar enxaqueca?

Procure avaliação especializada se:

  • As crises de dor de cabeça acontecem mais de uma vez por mês
  • A dor interfere no seu trabalho, sono ou vida social
  • Você usa analgésicos com frequência para controlar as crises
  • Os episódios estão se tornando mais longos ou mais intensos
  • Você apresenta sintomas como aura, vômitos ou sensibilidade extrema à luz

A Medicina da Dor oferece uma abordagem direcionada e personalizada, com foco em reduzir a frequência das crises, aliviar a dor e devolver qualidade de vida.

Agende sua consulta com a Dra. Fabíola Sozo e receba uma avaliação individualizada.

Sintomas enxaqueca

Como é o tratamento da enxaqueca?

O tratamento da enxaqueca tem dois grandes objetivos: tratar a crise quando ela acontece e prevenir novas crises. As abordagens são sempre individualizadas, considerando a frequência, a intensidade e o impacto das crises na vida de cada paciente.

As principais estratégias incluem:

  1. Tratamento das crises: existem medicamentos específicos para interromper a crise de enxaqueca, diferentes dos analgésicos comuns. A escolha é feita com base no perfil de cada paciente.
  2. Tratamento preventivo: para quem tem crises frequentes, existe a opção de tratamentos contínuos que reduzem a frequência e a intensidade dos episódios ao longo do tempo.
  3. Identificação e controle dos gatilhos: sono irregular, jejum prolongado, estresse, alterações hormonais e certos alimentos podem desencadear crises. Reconhecer os próprios gatilhos é parte importante do tratamento.
  4. Mudanças no estilo de vida: rotina de sono regular, alimentação equilibrada, hidratação adequada e manejo do estresse têm impacto direto na frequência das crises.

Acompanhamento contínuo: a enxaqueca é uma condição crônica e o acompanhamento regular com o especialista permite ajustar o tratamento conforme a evolução do quadro.

A Dra. Fabíola Sozo conduz esse processo com cuidado e atenção, sempre buscando o melhor equilíbrio entre eficácia e qualidade de vida.

A enxaqueca tem cura?

A enxaqueca é uma condição crônica e, até o momento, não existe tratamento que a elimine definitivamente. No entanto, com acompanhamento adequado, é totalmente possível reduzir a frequência das crises, diminuir sua intensidade e recuperar o controle da sua rotina.

Muitos pacientes, após iniciar o tratamento correto, relatam uma transformação significativa na qualidade de vida. Viver bem com enxaqueca é uma meta real e a Medicina da Dor tem um papel central nesse caminho.

Perguntas frequentes sobre enxaqueca

Enxaqueca é o mesmo que dor de cabeça forte?

Não. A enxaqueca é uma doença neurológica com características específicas. Dor pulsante, geralmente unilateral, acompanhada de náusea e sensibilidade à luz e ao som. Uma dor de cabeça comum não costuma ter esse conjunto de sintomas.

Enxaqueca tem gatilhos?

Sim. Os gatilhos variam de pessoa para pessoa, mas os mais comuns são: privação de sono, jejum, estresse, alterações hormonais, consumo de álcool e certos alimentos. Identificar os seus gatilhos é parte importante do tratamento.

Mulheres têm mais enxaqueca do que homens?

Sim. A enxaqueca é cerca de três vezes mais comum em mulheres, especialmente devido à influência hormonal. Muitas pacientes relatam piora das crises próximo ao período menstrual.

Posso tomar qualquer analgésico durante a crise?

O uso frequente de analgésicos comuns sem orientação médica pode piorar o quadro a longo prazo. O ideal é ter um plano de tratamento definido com o seu médico, com medicamentos adequados para cada fase, crise e prevenção.


Enxaqueca pode ser sinal de algo grave?

Na maioria dos casos, a enxaqueca é uma condição primária, ou seja, ela mesma é o diagnóstico, não um sintoma de outra doença. No entanto, algumas características merecem atenção imediata, como dor de cabeça súbita e muito intensa (diferente de tudo que você já sentiu), dor acompanhada de febre, rigidez no pescoço, confusão mental ou alterações na visão e na fala. Nesses casos, procure atendimento de emergência. Para as demais situações, a avaliação com um especialista em dor é o caminho certo para um diagnóstico seguro.

Cuide da sua cabeça com quem entende de dor

A enxaqueca é uma condição séria, mas com acompanhamento especializado é possível retomar o controle da sua vida e viver com muito mais leveza.

A Dra. Fabíola Sozo atende em Porto Alegre e online, com uma abordagem empática, individualizada e baseada em evidências.

Agende sua consulta e dê o primeiro passo para uma vida com menos dor.

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https://www.einstein.br/n/glossario-de-saude/enxaqueca

https://nav.dasa.com.br/blog/enxaqueca-cronica

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