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Dra. Fabíola Sozo – Médica da Dor em Porto Alegre – RS

A dor faz parte da vida, mas viver com dor todos os dias não precisa ser a sua realidade. Muitas pessoas normalizam o sofrimento, acreditando que a dor crônica é algo com que simplesmente precisam aprender a conviver. Não é. Existe tratamento, existe cuidado especializado, e existe uma vida com muito mais qualidade do outro lado.

Quem trata a dor?

A especialista em Medicina da Dor é a médica preparada para identificar a origem da sua dor, seja ela aguda ou crônica, e conduzir o tratamento de forma completa, individualizada e humanizada.

Sou a Dra. Fabíola Sozo, médica formada pela Universidade José do Rosário Vellano (UNIFENAS) em Belo Horizonte e pós-graduada em Medicina da Dor pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Atendo em consultório particular em Porto Alegre, cuidando de pacientes que sofrem com dor e buscam uma abordagem que vai além do remédio.

Minha consulta é baseada em escuta atenciosa e empática. Acredito que para tratar a dor, é preciso primeiro entender a pessoa, como ela vive, o que sente e de que forma a dor afeta cada aspecto da sua rotina. Por isso, dedico tempo real ao seu relato, realizo exame físico completo, usando o toque e as mãos como ferramentas essenciais do cuidado, e, quando necessário, faço o encaminhamento a outros especialistas para garantir um tratamento integrado e eficaz.

Aqui, você não é um número nem uma ficha. Você é ouvido e tratado com a atenção que merece.

Quer agendar sua consulta? Entre em contato e dê o primeiro passo para uma vida com menos dor.

O que é a dor crônica e por que ela merece atenção?

A dor aguda tem uma função: ela avisa que algo está errado no corpo. Mas quando a dor persiste por mais de três meses, mesmo após o tratamento da causa inicial, ela deixa de ser um sinal de alarme e se torna uma doença em si. Isso é a dor crônica.

Ela afeta o sono, o humor, o trabalho, os relacionamentos. Quem vive com dor crônica sabe que ela ocupa todos os espaços da vida. E por isso, ela precisa ser tratada com seriedade, com escuta e com um olhar especializado.

Dor aguda: quando o corpo pede socorro imediato

Diferente da dor crônica, a dor aguda surge de repente e tem uma causa identificável: uma lesão, uma inflamação, um procedimento cirúrgico ou uma doença em curso. Ela é um sinal de alerta do organismo e, quando tratada corretamente desde o início, tem menos chance de evoluir para um quadro crônico.

Também cuido de pacientes com dor aguda, especialmente as mais comuns no dia a dia:

  • Dor lombar aguda (dor nas costas): frequentemente causada por contraturas musculares, má postura, movimentos bruscos ou hérnia de disco. Pode ser localizada ou irradiar para as pernas, causando formigamento e fraqueza
  • Dor cervical: dor no pescoço e nos ombros, muitas vezes relacionada à tensão muscular, postura inadequada ou alterações na coluna cervical, que pode irradiar para os braços
  • Dor ciática: dor intensa que parte da região lombar e percorre o trajeto do nervo ciático, descendo pela perna e podendo causar queimação, formigamento ou dormência
  • Dor de cabeça intensa: cefaleia aguda que surge de forma súbita, muitas vezes acompanhada de náuseas e sensibilidade à luz e ao som
  • Dor muscular e nas articulações: dores no corpo após esforço físico excessivo, traumas ou processos inflamatórios
  • Dor neuropática aguda: como a causada pelo herpes-zóster, caracterizada por queimação, choque e hipersensibilidade na pele
  • Dor pós-operatória: aquela que persiste após cirurgias e precisa de manejo cuidadoso para não se tornar crônica

Mesmo que a dor aguda pareça passageira, ela merece atenção médica. Ignorar ou automedicar pode mascarar causas importantes e retardar o tratamento certo.

Quando procurar um especialista em dor?

Se você se identifica com alguma dessas situações, é hora de buscar ajuda:

  1. A dor dura mais de três meses e não melhora com tratamentos comus
  2. A dor começou, você toma remédio e não melhora, sendo uma dor aguda 
  3. Você usa remédios para dor com frequência, mas o alívio é cada vez menor
  4. A dor interfere no seu sono, no seu trabalho ou nas suas atividades do dia a dia
  5. Você já passou por vários médicos e ainda não tem um diagnóstico claro
  6. A dor vem acompanhada de formigamento, queimação ou choques elétricos

Você não precisa esperar a dor se tornar insuportável para pedir ajuda. Quanto antes o tratamento começa, melhores são os resultados.

O que eu trato?

Na minha prática, cuido de pacientes com diferentes tipos e origens de dor, entre elas:

  • Dor crônica de origem musculoesquelética, articular ou generalizada
  • Fibromialgia: uma condição complexa marcada por dor difusa, fadiga e sensibilidade aumentada
  • Dor neuropática: causada por lesão ou disfunção do sistema nervoso, com sensações como queimação, choque e formigamento
  • Cefaleia e enxaqueca: quando as crises são frequentes e impactam a qualidade de vida
  • Dor oncológica: suporte especializado ao paciente com câncer, focado no alívio da dor e na manutenção do conforto
  • Dor pós-operatória: quando a dor persiste após uma cirurgia e precisa de manejo cuidadoso
  • Outras condições dolorosas – cada paciente é único, e meu olhar é sempre individualizado
A man holding his back in pain

Como é o cuidado com a dor?

Tratar a dor vai muito além de prescrever um remédio. O cuidado especializado envolve entender quem é você, como a dor surgiu, o que a piora, o que a alivia e como ela afeta a sua vida. A partir daí, construímos juntos um plano de tratamento completamente personalizado.

As abordagens podem variar de acordo com cada caso e incluem:

  • Tratamento medicamentoso com uso criterioso de analgésicos, anti-inflamatórios, medicamentos específicos para dor neuropática e outras opções modernas
  • Tratamentos conservadores sem medicação, como fisioterapia, acupuntura, neuromodulação e outras abordagens que tratam a dor sem depender de remédios
  • Mudança de estilo de vida: alimentação, qualidade do sono, atividade física e manejo do estresse fazem parte do tratamento e fazem toda a diferença na evolução do paciente

A dor crônica responde muito bem quando o cuidado é completo e considera a pessoa como um todo, corpo e mente. Aqui, você não recebe uma receita e vai embora. Você recebe atenção, acompanhamento e um plano pensado para a sua vida.

Dê o primeiro passo para cuidar de sua dor

Se a dor já faz parte da sua rotina há tempo demais, talvez seja hora de mudar isso. Agende uma consulta e vamos conversar sobre o que você está sentindo. Você merece muito mais do que apenas aprender a conviver com a dor.

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